15 min · entrada no QG
Todo encontro começa com uma missão. Antes de apresentar o jogo, apresentamos algo que merece ser descoberto, enfrentado ou construído.
“O que faz cinco pessoas realmente funcionarem como uma equipe?”
NA TOCA é um programa de experiências em grupo. Encontros com jogos modernos de mesa, desafios e conversas. Os jogos são ferramentas — o que construímos é o ambiente.
O que costuma faltar não é inteligência. E também não é esforço.
Falta
encontrar
a turma.
01
Jogos que exigem decidir, negociar, esperar, mudar de plano e entender o que a outra pessoa está pensando. Não é preciso gostar de jogos para participar.
02
Situações em que o grupo só avança se conseguir se coordenar. O desafio cria o contexto; a interação é o que nos interessa.
03
Depois da experiência, um tempo para pensar sobre ela. Não é aula, não é palestra: é o grupo entendendo o que acabou de acontecer.
O que mais nos interessa acontece entre uma jogada e outra
A estrutura é estável para que o encontro possa ser vivo. É referência, não cronômetro.
15 min · entrada no QG
Todo encontro começa com uma missão. Antes de apresentar o jogo, apresentamos algo que merece ser descoberto, enfrentado ou construído.
“O que faz cinco pessoas realmente funcionarem como uma equipe?”
50 min · experiência
Decidir, esperar, interpretar, negociar, cooperar, mudar de estratégia, lidar com o erro e com o inesperado. Tudo isso acontece de verdade, na mesa.
Não observamos apenas como alguém joga. Observamos como alguém participa de uma experiência compartilhada.
15 min · o que aconteceu aqui?
A atenção sai do resultado e vai para o processo. Não perguntamos só quem ganhou — perguntamos o que fez alguém mudar de ideia.
“O que aconteceu aqui?” → “O que isso nos mostra?”
a ponte mesa → vida
A reflexão nasce do que realmente aconteceu, nunca de uma lição imposta de antemão.
“Liderar significa decidir pelo grupo ou ajudar o grupo a decidir?”
10 min · o Passaporte
O Passaporte NA TOCA não é boletim. Não dá nota, não classifica, não compara. É memória — escrita na voz de quem viveu o encontro.
“Aqui eu percebi que precisava ouvir mais.”
Não são matérias nem etapas a vencer. São formas de olhar para o que acontece entre uma pessoa, um grupo, um desafio e um momento.
Como entra na experiência. Se inicia, se observa, se aceita convites — e se passa a convidar.
Como expressa ideias e como escuta. Pergunta, explica, negocia, percebe mal-entendidos.
Compartilha informação, aceita ajuda, oferece ajuda, constrói decisões junto com os outros.
Planeja, levanta hipóteses, experimenta, antecipa consequências, revê o plano.
Como reage ao erro, à espera, à frustração, à mudança, à perda, ao inesperado.
Considera o que a outra pessoa sabe, pensa ou pretende. Ajusta a comunicação ao interlocutor.
Ocupa espaço no grupo. É reconhecido e reconhece os demais. Deseja voltar.
Registramos o que aconteceu, não o que a pessoa “é”. Uma reação isolada não define ninguém.
O que essas observações não são. O encontro não existe para diagnosticar. As observações são contextuais e não equivalem, isoladamente, a medidas clínicas ou neuropsicológicas. O NA TOCA não produz laudo, avaliação neuropsicológica ou parecer clínico.
Experiências sociais significativas fortalecem circuitos ligados a comunicação, empatia, autorregulação, tomada de decisão, planejamento e pertencimento.
Sarah-Jayne Blakemore
UCL
O cérebro social permanece em intensa remodelação na adolescência — um dos períodos de maior reorganização cerebral.
Portero & Bueno
Universidade de Barcelona
Competências comunicativas na adolescência.
Matthew Lieberman
Neurociência social
Conexão social como necessidade — não como “extra” — da vida humana.
Honestidade intelectual antes de conveniência. Citamos apenas o que pode ser verificado.
Podemos dialogar com todos esses universos. Não somos nenhum deles.
Garantimos
Não prometemos
Fonoaudióloga · autoria do programa
O Conectoma não nasceu da ideia de criar um grupo de jogos, nem da intenção de oferecer um serviço. Nasceu da percepção de que muitas pessoas passam pela vida sem encontrar espaços onde possam participar de verdade.
A assinatura técnica do NA TOCA é fonoaudiológica: o eixo do trabalho é a linguagem em uso — a pragmática, a comunicação como participação. Mudanças no modo de se relacionar decorrem do desenvolvimento comunicativo; não são o objeto direto de treino.
O NA TOCA é um entre vários programas do Conectoma QG, ao lado do SuperKids, do Mini SuperKids e do TeaTeen.
Criamos contextos onde comunicação, participação e relações favorecem o desenvolvimento
Quando as primeiras famílias concluírem um ciclo, as palavras delas entram aqui — com nome e com contexto.
O valor é por encontro e diminui quando o adolescente participa com regularidade. Não há taxa de matrícula nem cobrança que você descubra depois.
A tabela completa
Traz os dois planos — avulsa e mensal — e o que cada um inclui. O pessoal da secretaria envia por WhatsApp, ou você abre a página de valores.
Mais importante do que preencher uma vaga é garantir que o NA TOCA seja, de fato, um bom contexto para quem vai participar.
Ao enviar, você não está se inscrevendo nem reservando vaga. Você está pedindo uma conversa. Depois dela, decidimos juntos — e, se não fizer sentido, dizemos isso com honestidade.
O pedido entra como interesse. A vaga não é prometida ainda.
Escuta, não entrevista. Não é venda.
Se for o contexto adequado, formamos o grupo. Se não for, orientamos.
Coletamos o mínimo. Não perguntamos diagnóstico, laudo ou condição de saúde — esses campos não existem no nosso sistema. CPF só é pedido quando existe contrato ou recibo.
Prefere falar direto? É o nosso canal oficial.
Conversar no WhatsAppNão. Não substitui psicoterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional ou qualquer acompanhamento clínico. É um programa de convivência mediada que pode complementar esses processos.
Não. Mesmo adolescentes sem contato prévio com jogos de mesa costumam participar naturalmente, porque o objetivo é a experiência compartilhada, não o desempenho.
É uma das situações em que o programa pode fazer sentido. Criamos oportunidades de convivência em ambiente estruturado, seguro e mediado. Não prometemos amizades — criamos condições para que elas possam surgir de maneira espontânea.
Alguns podem ter, outros não. O NA TOCA não é organizado a partir de diagnósticos, mas da possibilidade de participação no grupo.
Por meio de uma conversa prévia com a família, que nos ajuda a conhecer o adolescente, compreender necessidades e avaliar se o NA TOCA é o contexto adequado — e a formar grupos compatíveis.
Grupos reduzidos, para que todos tenham oportunidades reais de participar e a equipe acompanhe as interações com atenção. O número varia conforme objetivos e composição.
Cada encontro tem proposta planejada, mas preserva espaço para espontaneidade. O mais importante não é cumprir programação rígida: é favorecer boas interações.
Comunicação, participação, iniciativa social, cooperação, resolução de conflitos, flexibilidade, autorregulação, construção de vínculos. Essas observações orientam a mediação.
Sim. Compartilhamos observações sobre o percurso sempre que necessário e permanecemos disponíveis para conversar sobre o processo.
Nenhum trabalho sério pode garantir resultados específicos. O que afirmamos é que cada encontro é planejado com intencionalidade, fundamentado na filosofia do Conectoma e conduzido por profissionais comprometidos. Nosso compromisso é oferecer um ambiente onde o desenvolvimento possa acontecer.
O primeiro passo é conversar. Mais importante do que preencher uma vaga é garantir que o NA TOCA seja, de fato, um bom contexto para quem vai participar.
Talvez ele não precise se adaptar mais.
Talvez precise encontrar a mesa certa.
Onde boas histórias começam. Um lugar para se sentir em casa, com a casa cheia.